Uma semana depois de voltar às praças públicas, população descuida das medidas de biossegurança

Depois de uma semana abertas à população, as praças da cidade já se acostumam a receber os visitantes que ficaram mais de sete meses sem poder frequentar os espaços públicos.

Estivemos no coração de Campo Grande, na Praça Ary Coelho, no Horto Florestal e na Praça do Rádio. Além disso, visitamos o Parque Belmar Fidalgo, reaberto em 14 de setembro porque se trata de um local para a prática de esporte e gerenciada pela Fundação Municipal do Esporte (Funesp). Inclusive, ele era o único que constatamos a presença de servidores aplicando álcool em gel e aferindo temperatura.

Na praça Ary Coelho, o espaço mais ocupado, apesar de poucas pessoas transitando por lá, era possível contar com os dedos das mãos os que usavam máscara corretamente. Vendedores do local afirmam que aos poucos os cidadãos voltam para a praça, mas o movimento segue parado. 

No local foi possível observar que apenas duas entradas estavam abertas: a da esquina entre Afonso Pena e a 13 de maio e a esquina oposta, da 15 de novembro com a 14 de julho. Não havia nenhum servidor aferindo temperatura ou fornecendo álcool em gel para os frequentadores. 

Em nota, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, afirmou que na Praça Ary Coelho, assim como na do Intanhangá, esses serviços estão sendo prestados. 

“Além disso, Banners com todos as orientações de biossegurança estão nesses locais”, afirma o comunicado. 

A reportagem também esteve no Horto Florestal, mas o espaço segue fechado porque, segundo a Sectur, “apenas uma bomba de água será trocada. Por esse motivo ainda não foi reaberto”. 

O espaço mais tranquilo visitado foi a Praça do Rádio. Diferentemente da Ary Coelho, o local não é cercado por grades e o acesso por ali é mais fácil. Lá não foi possível observar nenhuma aglomeração, espaçamento adequado entre as pessoas, mesmo que a maioria não usava máscaras. 

Neste local é possível ver que o espaço no qual antes era realizada a noite da seresta, e não pôde seguir em tempos de pandemia virou estacionamento para os servidores da Guarda Civil. Um novo uso do espaço público.

Fonte:correiodoestado

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